Há empresas que se adaptam à IA.

E há empresas que foram redesenhadas para ela.

Durante anos, as empresas adotaram novas ferramentas acreditando que isso era transformação, como aconteceu com a cloud e com o Agile.

O mesmo está a acontecer agora com a Inteligência Artificial.

A questão não é se a sua empresa usa IA. É se foi concebida para trabalhar num mundo onde a IA já existe.

Há uma diferença enorme entre usar IA para acelerar processos ineficientes e redesenhar esses processos de raiz. No primeiro caso, produz-se desperdício mais depressa. No segundo, constrói-se uma vantagem competitiva difícil de replicar.

O que muda, na prática?

O fator limitador deixou de ser a capacidade de execução. Passou a ser a clareza sobre o problema, sobre os objetivos, sobre o valor que se quer criar. As empresas que entenderem isso primeiro vão separar-se das restantes durante a próxima década.

A sua empresa está a adaptar-se à IA – ou a ser redesenhada para ela?