O AI Act é o regulamento europeu de inteligência artificial, aprovado em 2024 e com entrada em vigor faseada até 2026-2027. Classifica sistemas de IA em quatro níveis de risco (inaceitável, alto, limitado, mínimo) e impõe obrigações proporcionais. Sistemas de IA de alto risco — que incluem muitos casos de uso em RH, saúde, acesso a crédito, infraestruturas críticas — exigem documentação técnica, gestão de risco, qualidade de dados de treino, supervisão humana, robustez, transparência, e registos auditáveis.
Em ambiente corporativo português, o AI Act afecta especialmente: modelos preditivos em RH (risco de saída, avaliação de candidatos), sistemas de recomendação que afectem decisões sobre pessoas, automação de decisões que antes eram tomadas por humanos. O não-cumprimento pode resultar em coimas até 7% da facturação anual — pesadas mesmo para padrões europeus.
A INFOS desenvolve e implementa IA seguindo os princípios do AI Act desde o dia 1: modelos explicáveis (nenhuma caixa-preta opaca), documentação técnica completa, dados de treino auditáveis, supervisão humana nos pontos de decisão, logs de uso. O pplEvolution (IA preditiva em RH) e a Gestão Documental com captura cognitiva são exemplos de sistemas INFOS desenhados para conformidade desde origem.